Casal volta a negar responsabilidade por esgoto em galerias

Presidente Clécio Falcão reitera que a Companhia opera apenas redes de esgoto

Presidente da Casal também aproveitou a oportunidade para citar a ampliação da cobertura de esgotamento sanitário que será feita na região do Tabuleiro dos Martins, em Maceió. Ascom/Casal
Presidente da Casal também aproveitou a oportunidade para citar a ampliação da cobertura de esgotamento sanitário que será feita na região do Tabuleiro dos Martins, em Maceió. Ascom/Casal

O presidente da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), Clécio Falcão, afirmou que a companhia nunca foi e não é responsável por esgoto em galerias de águas pluviais na cidade de Maceió. Ele reiterou que a empresa opera apenas as redes coletoras de esgoto. Os esclarecimentos foram feitos durante reunião plenária realizada nesta terça-feira (24), na sede do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Alagoas (Crea-AL).

Na ocasião, representantes do Crea-AL, do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de Alagoas (Sinduscon-AL), do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Alagoas (Ademi) e da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra) da capital discutiram a presença das chamadas “línguas sujas” que chegam ao mar por meio de galerias de águas pluviais.

Clécio Falcão esclareceu que a Casal faz investimentos em operação e manutenção de seus sistemas de água e esgoto, mas que não existe comunicação nem cruzamento desses sistemas com as galerias de águas pluviais, que são operadas pela Seminfra.

“Não acho admissível a Casal assumir uma coisa que não é dela; porém, a empresa não se exime de responsabilidades e trabalha em conjunto com outros órgãos quando problemas como o das línguas sujas aparecem”, frisou o gestor.

O presidente da Casal também aproveitou a oportunidade para citar a ampliação da cobertura de esgotamento sanitário que será feita na região do Tabuleiro dos Martins, em Maceió, por meio de uma parceria Público-Privada (PPP), e na região do Farol e bairros adjacentes, por meio de um contrato de locação de ativos.

Diego Barros – Agência Alagoas